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-Non-pharmacological interventions for wandering of people with dementia in the domestic setting - Hermans - 2007 - The Cochrane Library - Wiley Online Library

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-Non-pharmacological interventions for wandering of people with dementia in the domestic setting

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Authors


Abstract

Background

A number of studies exist of interventions for wandering in the institutional setting, but much less work has been done on wandering in the domestic setting. The prevalence of wandering by people with dementia is difficult to assess; wandering is not a simple or static behaviour and the reasons why people wander remain unclear. In the absence of a theory of wandering and an agreed definition of wandering, it is difficult to discover effective strategies for managing wandering and difficult to design appropriate intervention strategies. Also, the same behaviour or type of wandering might occur for different reasons in different individuals; any theoretical formulation is going to have to allow for different triggers for the behaviour and so to get a 'one size fits all' kind of explanation is unlikely. Thus what we mostly encounter in this field is a 'trial and error' approach which does not always do justice to the complex interactions of personal and environmental factors that lead people with dementia to wander. While there seems to be a consensus in the literature that in the majority of cases non-pharmacological approaches may work as well as drug treatment and with fewer side effects, in practice clinicians often resort to drugs as the first line of treatment. This review reports the lack of evidence from RCTs and discusses the range of non-pharmacological interventions that have been carried out using other study designs.

Objectives

To evaluate the effectiveness and safety of non-pharmacological interventions in reducing wandering in the domestic setting by people with dementia. The secondary objective is to highlight the quality and quantity of research evidence available and to set an agenda for future research.

Search methods

The Specialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group (CDCIG), The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL and LILACS were searched on 11 June 2009 using the terms:exit* OR wander* OR elopement OR ambulat* OR walk*. The CDCIG Specialized Register contains records from all major health care databases (The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, LILACS) as well as from many trials databases and grey literature sources.

Selection criteria

Randomised clinical trials comparing intervention with no intervention or usual treatment ('standard care') or another intervention.

Data collection and analysis

No suitable trials of non-pharmacological interventions for the prevention and management of wandering in the domestic setting were found.

Main results

As no randomised controlled trials were found, no results can be reported.

Authors' conclusions

There is an urgent need for randomised controlled trials of non-pharmacological interventions for wandering in the domestic setting.

Resumo

Intervenções não farmacológicas para perambulação de pessoas com demência no ambiente doméstico

Introdução

Vários estudos existem sobre intervenções para perambulação no ambiente institucional (longa permanência), mas poucos trabalhos têm sido conduzidos sobre perambulação no ambiente doméstico. A prevalência de perambulação em pessoas com demência é difícil de avaliar; a perambulação não é um comportamento simples ou estático e as razões porque as pessoas perambulam permanecem incertas. Na ausência de uma teoria da perambulação e de uma definição de consenso para a perambulação, é difícil identificar estratégias efetivas para o seu manejo e é difícil definir estratégias apropriadas de intervenção. Além disso, o mesmo comportamento ou tipo de perambulação pode ocorrer por diferentes razões em diferentes indivíduos; qualquer formulação teórica vai ter que permitir a participação de diferentes gatilhos para o comportamento e, então encontrar um tipo de explicação que englobe a todos é improvável. Sendo assim o que nós mais encontramos nesta área são abordagens do tipo “tentativa e erro”, as quais nem sempre fazem justiça as interações complexas de fatores individuais e ambientais que levam as pessoas com demência a perambular. Enquanto parece haver um consenso na literatura que a maioria dos casos de abordagens não farmacológicas pode funcionar tão bem quanto tratamentos medicamentosos, e com menos eventos adversos, na prática os clínicos frequentemente recorrem aos fármacos como primeira linha de tratamento. Esta revisão descreve a falta de evidências oriundas de ensaios clínicos randomizados e discute o alcance das intervenções não farmacológicas que têm sido conduzidas utilizando outros delineamentos de estudo.

Objetivos

Avaliar a efetividade e segurança de intervenções não farmacológicas em reduzir perambulação no ambiente doméstico em pessoas com demência. O objetivo secundário é destacar a qualidade e quantidade de evidências em pesquisa disponíveis e definir uma agenda para futuras pesquisas.

Métodos de busca

O the Specialized Register da Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group(CDCIG), the Cochrane Library,MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL e LILACS foram pesquisados em 11 de Junho de 2009 utilizando os termos: exit* ou wander* ou elopement ou ambulat* ou walk*. O the CDCIG Specialized Register contém registros de todos as maiores bases de dados em saúde(the Cochrane Library,MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, LILACS) assim como de muitas bases de dados de ensaios clínicos e fontes de literatura cinzenta.

Critério de seleção

Ensaios clínicos randomizados comparando intervenção com tratamento usual (“tratamento padrão”), outra intervenção ou nenhuma intervenção.

Coleta dos dados e análises

Nenhum ensaio clínico elegível de intervenções não farmacológicas para a prevenção e manejo de perambulação no ambiente doméstico foi encontrado.

Principais resultados

Como nenhum ensaio clínico randomizado foi encontrado, nenhum resultado foi relatado.

Conclusão dos autores

Há uma necessidade urgente de ensaios clínicos randomizados de intervenções não farmacológicas para perambulação no ambiente doméstico.

Resumen

Intervenciones no farmacológicas para pacientes con demencia que deambulan en ámbitos domésticos

Antecedentes

Existen varios estudios sobre intervenciones para la deambulación en el ámbito institucional, pero se realizaron pocos trabajos sobre la deambulación en ámbitos domésticos. La prevalencia de los pacientes con demencia que deambulan es difícil evaluar; la deambulación no es un comportamiento sencillo o estático y las razones por las que las personas deambulan permanecen inciertas. Debido a la falta de una teoría y una definición acordada sobre la deambulación, es difícil descubrir estrategias efectivas para tratar la deambulación y diseñar estrategias de intervención apropiadas. Además, el mismo comportamiento o tipo de deambulación quizás ocurra por diferentes razones en diferentes individuos; toda formulación teórica va a tener que permitir diferentes factores desencadenantes para el comportamiento y por lo tanto, es improbable conseguir una explicación del tipo "tamaño único". Por lo tanto, lo que se encuentra principalmente en este campo es un enfoque de "ensayo y error" que no siempre explica las interacciones complejas de los factores personales y ambientales que llevan a las personas con demencia a deambular. Aunque en la bibliografía parece existir un consenso en cuanto a que en la mayoría de los casos de enfoques no farmacológicos puede funcionar de igual manera que el tratamiento farmacológico y con menos efectos secundarios, en la práctica, los médicos en la práctica recurren a los fármacos como el tratamiento de primera línea. Esta revisión informa la ausencia de pruebas de ECAs y analiza el rango de intervenciones no farmacológicas realizadas mediante el uso de otros diseños de estudio.

Objetivos

Evaluar la efectividad y seguridad de las intervenciones no farmacológicas en la reducción de la deambulación de los pacientes con demencia en ámbitos domésticos. El objetivo secundario es destacar la calidad y cantidad de pruebas de investigación disponibles y fijar un itinerario para la investigación futura.

Métodos de búsqueda

Los ensayos fueron identificados a partir de una búsqueda en el Registro Especializado de Ensayos Controlados del Grupo Cochrane de Demencia y Trastornos Cognitivos (Specialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group) el 11 mayo 2006 utilizando los términos exit* or wander* or elopement or ambulat* or walk*. Este registro contiene registros de todas las bases de datos de asistencia sanitaria principales y muchas bases de datos de estudios en curso y se actualiza regularmente.

Criterios de selección

Ensayos clínicos aleatorios que compararon una intervención con ninguna intervención o tratamiento habitual ("atención estándar") u otra intervención.

Obtención y análisis de los datos

No se halló ningún ensayo apropiado sobre las intervenciones no farmacológicas para la prevención y el tratamiento de la deambulación en el ámbito doméstico.

Resultados principales

Dado que no se halló ningún ensayo controlado aleatorio, no se puede informar ningún resultado.

Conclusiones de los autores

Existe una necesidad urgente de ensayos controlados aleatorios sobre intervenciones no farmacológicas para la deambulación en el ámbito doméstico.

Plain language summary

No evidence of the efficacy of non-pharmacological interventions for domestic wandering in people with dementia due to lack of trials

No randomised controlled trials were found that proved or disproved the efficacy of non-pharmacological interventions for the prevention or management of wandering in the domestic setting. Trials of music therapy, bright light therapy, reality orientation, physical therapy, occupational therapy, and therapeutic touch have been carried out with participants in institutional settings. This review discusses these interventions in the light of their relevance to the domestic setting. Trials of non-pharmacological interventions in the domestic setting are urgently needed.

Resumo para leigos

Não há evidências sobre a eficácia de intervenções não farmacológicas para perambulação no ambiente doméstico em pessoas com demência devido a falta de ensaios clínicos.

Nenhum ensaio clínico randomizado foi encontrado que provasse ou refutasse a eficácia de intervenções não farmacológicas para a prevenção ou manejo na perambulação em ambiente doméstico. Ensaios clínicos de musicoterapia, terapia com luz brilhante, orientação para a realidade, fisioterapia, terapia ocupacional, e terapia do toque foram conduzidas com participantes em ambientes institucionais. Essa revisão discute estas intervenções á luz de sua relevância no ambiente doméstico. Ensaios clínicos de intervenções não farmacológicas no ambiente doméstico são urgentemente necessários.

Notas de tradução

Traduzido por: Patrick Alexander Wachholz, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brazil Contato: [email protected]

Ringkasan bahasa mudah

Tiada bukti keberkesanan intervensi bukan farmakologi untuk pesakit dementia yang bergelandangan kerana kekurangan kajian.

Tiada kajian rambang terkawal yang ditemui untuk membuktikan atau menyangkal keberkesanan intervensi bukan farmakologi dalam pencegahan atau pengurusan pesakit yang bergelandangan dalam persekitaran domestik. Kajian terapi muzik, terapi cahaya terang, orientasi realiti, terapi fizikal, terapi carakerja, dan sentuhan terapeutik telah dijalankan dengan peserta dalam persekitaran institusi. Ulasan ini membincangkan intervensi–intervensi yang relevan dengan persekitaran domestik. Kajian intervensi bukan farmakologi dalam persekitaran domestik dalah amat diperlukan.

Catatan terjemahan

Diterjemahkan oleh Raymond Chieng Siang Ching (Melaka Manipal Medical College).Disunting oleh Noorliza Mastura (Melaka Manipal Medical College) Untuk sebarang pertanyaan mengenai terjemahan ini sila hubungi [email protected]

Resumen en términos sencillos

No existen pruebas sobre la eficacia de las intervenciones no farmacológicas para la deambulación de las personas con demencia en el ámbito doméstico debido a la ausencia de ensayos

No se halló ningún ensayo controlado aleatorio que probara o refutara la eficacia de las intervenciones no farmacológicas para la prevención o el tratamiento de la deambulación en el ámbito doméstico. Los ensayos sobre musicoterapia, luminoterapia, orientación de la realidad, fisioterapia, terapia ocupacional y toque terapéutico se realizaron con participantes en ámbitos institucionales. Esta revisión trata estas intervenciones en cuanto a su relevancia para el ámbito doméstico. Se necesitan de forma urgente ensayos sobre intervenciones no farmacológicas en el ámbito doméstico.

Notas de traducción

La traducción y edición de las revisiones Cochrane han sido realizadas bajo la responsabilidad del Centro Cochrane Iberoamericano, gracias a la suscripción efectuada por el Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad del Gobierno español. Si detecta algún problema con la traducción, por favor, contacte con Infoglobal Suport, [email protected]

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DOI

10.1002/14651858.CD005994.pub2

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Copyright © 2010 The Cochrane Collaboration. Published by John Wiley & Sons, Ltd.

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  • Article first published online: 24 January 2007

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